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RTP2 Ataca Jornalista TVI

Quem teve oportunidade de ver o Clube de Censurologia dos Socialistas Fachistas, emitido ontem na RTP2, onde se discutiu a liberdade de imprensa em Portugal.

Numa atitude comparável a outros regimes Fachistas (Salazar, Augusto Pinochet, Mobutu e outros), o Clube Censura dos Socialistas Fachistas (à excepção do João), juntamente com o Dr. Marinho Pinho, num ataque cerrado ao jornalismo independente, centrara toda a atenção na Manuela Moura Guedes da TVI, arrasando-a e chegaram à conclusão que existe demasiada liberdade de Imprensa em Portugal e que o excelente trabalho de denuncia da corrupção em Portugal, desenvolvido pela Manuela Moura Guedes da TVI, é a vergonha do jornalismo. Trata-se de mais uma tentativa todas as liberdades e garantias, e como a Manuela Moura Guedes da TVI, tem sido o rosto televisivo do combate anti-fachista, como tal querem eliminá-la.

Tem denunciado a corrupção política, tem combatido casos como: freeport, BPN, BPP, a Inatividade de Vitor Constâncio, o Governador do Banco de Portugal, entidade Des Reguladora da Banca Nacional... o caso das Ambulâncias do INEM armazenadas, isto quando os bombeiros de debatem com falta de meios e tantos outros casos que tem posto a lume.

Será que Manuela Moura Guedes, a jornalista e apresentadora do Jornal Nacional da TVI è um atentado ao direito e ao Estado de Direito?

De Maneira nenhuma, e num Estado onde o Direito se encontra cada vez mais torto e pervertido é extremamente importante que se levantem contra.

É claro que isto é um atentado ao Estado Novo e por isso querem calar-nos.

Depois da perseguição aos Blogues, da lei da rolha aplicada aos professores, polícias, e todos os funcionários públicos. Depois do Ministério da Educação Repressiva andar a perseguir professores e alunos, chega agora a vez de quererem calar Manuela Moura Guedes, jornalista e apresentadora do Jornal Nacional da TVI, o único que ainda demonstra qualidade jornalistica.

Importa haver vozes que se levantam tal como o Bloge comunicar a direito, vejam o artigo ERC CONDENA TVI.

Importa ver o que o advogado José Maria Martins escreveu sobre a matéria: "Não à censura à liberdade de imprensa - O caso TVI , a ERC e o Sindicato do Jornalistas"
"Tem sido ventilado que o Governo tem exercido pressão sobre meios de comunicação social que não são do seu agrado.
O jornalista Sarsfield Cabral e o director do jornal "Público", pelo menos, já disseram que foram pressionados pelo Governo, aquando da questão da licenciatura de José Sócrates.
Têm sido repetidos alertas para o domínio da comunicação social pelo PS e pelo Governo.
O que se passou agora com o comunicado da ERC e do Sindicato dos jornalistas, contra a TVI e mais precisamente contra Manuela Moura Guedes parece-me inadmissível."
"...O ataque à comunicação social que não se verga ao Poder é mau prenúncio!
Porque sempre foi esse o perfil do Poder musculado.
No caso Watergate nunca o Governo dos EUA tentou sequer atacar os jornalistas que investigavam Nixon.
Mesmo no caso da Princesa Diana, com os escândalos sucessivos, nunca foi posta em causa a liberdade de imprensa e de informação.
É lamentável a posição da ERC e do Sindicato dos Jornalistas no caso da TVI e da Manuela Moura Guedes.

O Governo e José Sócrates têm boicotado a TVI, não aceitando ser entrevistados pela TVI, como se fosse ostracizada pelo Poder.
Era previsível que alguém mexesse os cordelinhos para tentar calar a TVI.
Muitos gostam mais do tipo de jornalismo que a RTP apresentou quando entrevistou José Sócrates. Muito soft, muito cuidadoso, pouco incisivo.
Mais parecia uma conversa em família de Marcelo Caetano.
Creio que não foi para isso que houve a Revolução de Abril. Não foi para isso que os capitães fizeram o 25 de Abril e o relançaram em 25 de Novembro de 1975.

Cabe aqui lembrar dois excertos do "Documento dos Nove", subscrito pelos militares que barraram a deriva totalitária , quando escreveram ao Presidente da República e disseram:

"Recusam , à partida, os oficiais que por esta forma se manifestam o epiteto de "divisionistas" com que têm tentado denegri-los , tendo-se chegado ao ponto de se sugerir a sua expulsão das FA. Eles não abdicam do seu direito de critica, direito esse que, num tão grave momento da ida nacional, assume o carácter de dever patriótico."
(...)
"Com se isto não fosse já bastante foi-se ao cúmulo de preparar um projecto de diploma que, ao instituir-se uma "comissão de análise" (e porque não "comissão de censura"?) servirá de ferro de lança apontada aos últimos resistentes baluartes da imprensa livre neste país.".


Os detractores da TVI aproveitaram a infeliz posição de Marinho Pinto - por acaso ex-jornalista da SIC e do Expresso, a concorrência da TVI - para levantar o tom!

Quem ler o recentissimo livro da autoria do Coronel Vasco Lourenço com o título "Do Interior da Revolução", pode bem ver como são os portugueses e os de hoje têm os mesmos tiques e toques que ele revela.

Se a moda do limite da "presunção de inocência" pega, eis que o Governo ,e tantos outros , encontraram a arma "democrática" para calar a imprensa que não é carreirista. Emcontraram a arma para mandar para as urtigas o artº 10º da Comvenção Europeia dos Direitos do Homem e tornar Portugal ainda mais periférico, atrasado, provinciano e "do respeitinho" como tantos , afinal gostam!

"Uma grave ameaça à Democracia e um instrumento de defesa de todos os que sendo suspeitos não querem que se fale do seu caso, até que esqueça!
Ver artigo completo

Importa também ver o que o António Balbino Caldeira Do Portugal Profundo escreveu sobre o assuto no artigo de 1 de Junho de 2009

"A escalada socialista de tensão - e o povo
Sobre o comunicado chavista do Conselho de Censurologia Deontologia do Sindicato dos Socialistas Jornalistas inédito contra uma jornalista, se não se compreendesse facilmente o alcance do seu conteúdo e motivação, bastaria notar que foi emitido no dia seguinte à deliberação da ERC sobre a TVI, e de um foguetório de mails e de outros meios que imediatamente os precederam, a cerca de uma semana das eleições legislativas de 7-6-2009.

Ou os leitores pensam que isto é tudo uma coincidência e que há sequer um mínimo de subtileza na orquestração?... Isto é mesmo à Chávez!... A semelhança começa a ser tanta até que deve haver aí uma célula a estudar o exemplo venezuelano para o aplicar de forma escalada em Portugal. É assim!... E, daqui até Outubro, vai ser pior. E tão mauzinho, quanto mais trágicos forem os resultados para o PS.

Mas mais poderosa do que Deliberação 11/CONT-TV/2009 de 28-5-2009, da ERC e o Comunicado do Conselho de Censurologia Deontologia do Sindicato dos Socialistas Jornalistas, vários degraus acima na escala do poder, tão abaixo quanto Portugal hoje está, foi a declaração do venerável António Arnault (colhida na campanha eleitoral de Vital Moreira, pelo Público de 14-5-2009) no apoio do Dr. Fernando Pinto Monteiro, procurador-geral da República, e na reprovação dos magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria, responsáveis do inquérito Freeport (e consequentemente do Dr. João Palma, juiz e polícias) pela denúncia das pressões do Recadogate, mais exactamente por «infidelidade e deslealdade» e «delacção». No mesmo sentido: reprovação - Fase 1. Se algum dos protagonistas pertencer à irmandade, ainda há-de ser julgado no Supremo Tribunal Maçónico: quem é que substituíu o Dr. Rui Pereira? Nem será preciso chamar os nóveis serviços secretos (que nós julgávamos exclusivos do Estado...) do Grande Oriente Lusitano, com o seu núcleo de intelligence e o seu serviço de segurança (ver Sol de 13-5-2009)...

Depois da reprovação da ERC, do CDSJ, da Maçonaria, seguirá adiante a orquestra sob a batuta socratina para a Fase 2 - a remoção? A substituição, após recusa, dos titulares do processo Freeport? A excisão da jornalista Manuela Moura Guedes? Ou a simples retirada da licença de emissão à TVI, por pretenso incumprimento do caderno de encargos?

E, não funcionando as fases anteriores da strategia della tensione em curso, o que constará da ordem de operações da Fase 3 - a eliminação? A tomada da TVI pela violência física de uma inspirada Milícia Nacional Socratina, espécie de Legião Portuguesa com reformados fanáticos e jovens recrutas da JS, não funcionando a violência verbal (dos insultos de Marinho e Pinto e seguintes)? A solução dos paraquedistas do AMI de Melo Egídio, por ordem de Pinheiro de Azevedo, em 7-11-1975? E será que os militares assistiriam serenos, como o Almirante dizia que o povo era, a essa instrumentalização? Não acredito.

Cumprida a fase 1, é evidente que existe a vertigem de passar a formas superiores de luta. Mas, eu creio que, antes da Fase 3, surge o povo."

Publicado por tuga - CAOS CASLAS MEMBER

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Portugal não pode ser

Portugal não pode ser um país de onde os portugueses têm de fugir da miséria.

Temos de alterar as coisas e respomsabilizar quem está a destruir Portugal, quem usar os cargos que tem para enriquecer ilegitimamente, para "engordar", enquanto cada vez mais milhares de famílias passam fome, provações e sacrifícios de toda a ordem.
Combatam a propaganda e o oportunismo político.

Não acreditem que se trata de uma campanha contra o PS. Esta é a versão "oficial" que José Sócrates quererá fazer passar.
Mera propaganda.


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Portugal Teias obscuras no BPN - PS PSD

Corrupção em Portugal - Teias obscuras no BPN - PS e PSD

Acaba de ser conhecida mais uma polémica envolvendo o nome de Dias Loureiro, o conselheiro de Estado que foi ministro de Cavaco Silva e administrador do Banco Português de Negócios (BPN).

De acordo com a edição online do «Público», Dias Loureiro ( PSD ) e o socialista Jorge Coelho [( PS ) (da Mota Engil)] são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora de fundos, que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara. O fundo em causa foi, segundo o jornal, constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros.

A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social e os bens deste último já foram, inclusivamente, apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.

O fundo de investimento foi constituído por três participantes, alegadamente envolvidos num esquema de fraude fiscal do sector das sucatas. Um deles é Dias Loureiro, que possui 30,5 por cento do capital através da DL Gestão e Consultores. Outro é Jorge Coelho, com 7,5%, através da Congetmark.

A maior fatia do capital está nas mãos de Rui Vilas, 62%. Rui Vilas trabalhou na Fincor, a corretora que criou o Banco Insular em cabo Verde e que foi comprada no início da década pelo BPN. Recorde-se que o Banco Insular era detido pela Sociedade Lusa de Negócios (SLN), dona também do BPN, um negócio que foi escondido das autoridades de supervisão.

Ao «Público», Jorge Coelho disse que a sua participação no fundo é «financeira», e que desconhece tudo o que acontece na empresa, por seu lado, Dias Loureiro, á TVI, por outras palavras, disse exactamente o mesmo.

Deficiente s maltratados no CASLAS em Lagos


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Saldanha Sanches sobre o caso BPN

Saldanha Sanches, casado com Maria José Morgado, figura de responsabilidade no MP, é citado, no Público, a propósito da nacionalização do BPN e da falta de intervenção do supervisor Vítor Constâncio:

"A decisão está tomada, agora falta saber quando e quanto é que o contribuinte terá de pagar o prejuízo. De resto, também já sabemos que no final vai ficar toda a gente absolvida"..

Quer dizer, Saldanha Sanches, afirma o que o senso comum, actualmente generalizado a uma esmagadora maioria de pessoas, já conhece: que toda a gente que vier a ser investigada e acusada, no caso, irá ser absolvida.

A afirmação é terrível, embora banal, porque qualquer pessoa, incluindo advogados, magistrados, juízes, professores universitários de Direito penal, e comentadores especialistas e até deputados e governantes, a podem fazer- e fazem

É terrível, porque isso significa, a assunção generalizada de que o sistema de Justiça que temos, não funciona de todo, em casos como este.

O que parece uma evidência, no entanto, esbate-se, quando ouvimos as pessoas responsáveis pelo sistema. Quem o produziu, quem definiu as regras; quem aprovou as leis e as reformas e quem as aplica na prática dos casos concretos.

Ninguém, nesse caso, admite falhas no sistema, a não ser pontuais e eventualmente alheias e de passa-culpas.

Todos se justificam e todos se encolhem, na protecção de consciência, no resultado final: a absolvição de eventuais culpados, com um castigo geral a todos os inocentes.
Os polícias, porque investigaram as denúncias; os magistrados, porque acusaram, com base em indícios fortes de condenação provável; os juízes, porque julgaram e não encontraram provas, afinal, dessa indiciação fortalecida; os universitários e legisladores, porque aprovaram democraticamente as leis substantivas e processuais.

Restam depois os comentadores, como Saldanha Sanches e, quem sabe?, a própria Maria José Morgado que acabará por concordar com ele, devido à evidência dos factos que se impõe como indiscutível.

Afinal, onde reside a Grande Falha que provoca sempre estes pequenos terramotos de descredibilização da Justiça?
Em algum lugar deve estar. Em alguma acção, deve ter o seu início de abalo telúrico das instituições.

O problema é que a espeleologia, na descoberta dessa Grande Falha, também falha.
E por isso, vivemos num círculo vicioso em que todos se queixam e ninguém encontra a Razão...

Esta falha reside tão só e apenas em duas coisas: nas leis processuais, restritivas de um sucesso em julgamento, por motivos esconsos de protecção de interesses vários e também na organização de quem investiga os factos.

São essas as duas principais razões. Por isso, quem deve pôr as barbas de molho, são os universitários que gizam as leis; aqueles que as aprovam e também quem investiga os factos, incluindo no lote os que em vez de julgar, se demitem de o fazer devidamente. Ou seja, todo o sistema.
E assim ficamos na mesma...



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